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Publicado: Quarta, 17 de Agosto de 2022, 15h13 | Última atualização em Quarta, 17 de Agosto de 2022, 15h15 | Acessos: 241

São Paulo (SP) – Durante quatro dias, o Comando Militar do Sudeste recebe, em suas instalações, um ramal de atividades do Exercício Guardião Cibernético (EGC) 4.0, o maior adestramento de defesa cibernética do Hemisfério Sul.

Conduzido pelo Comando de Defesa Cibernética, a partir de Brasília (DF), o EGC 4.0 tem o objetivo de contribuir para a integração entre governo, setor privado e meio acadêmico no incremento da proteção do espaço cibernético nacional e das infraestruturas críticas. Em 2021, o Comando Militar do Sudeste, por meio da 2ª Divisão de Exército (2ª DE), também foi sede do Hub São Paulo do EGC.

A essência do exercício, de acordo com o Chefe do Centro de Gestão Estratégica do Comando de Defesa Cibernética, Contra-almirante André Conde, é o ambiente interagências que o EGC 4.0 proporciona para a atuação colaborativa das Forças Armadas, do Governo e Órgãos Parceiros e das Infraestruturas Críticas dos setores de energia, financeiro, nuclear, transporte, água e de comunicações na resolução de situações de crise.

Abertura

Por meio de transmissão simultânea, os participantes do Hub São Paulo do EGC 4.0 acompanharam a abertura oficial do evento em Brasília (DF) na manhã do dia 16 de agosto.

Na sequência, eles foram conduzidos para o Centro de Coordenação de Operações da 2ª DE, onde são realizadas as simulações.

Simulações

O exercício é executado em plataforma virtual, num cenário realista, no qual cerca de 450 participantes de mais de 120 organizações públicas e privadas tomam decisões, em tempo real, para resolver as simulações de crise. As atividades são organizadas em quatro linhas de ação: Simulação Construtiva, Simulação Virtual, Palestras de Conscientização e Grupos de Estudos.

A simulação virtual utiliza um Simulador de Operações Cibernéticas, no qual são reproduzidos sistemas computacionais utilizados pelos especialistas dos órgãos e empresas participantes.

Já a simulação construtiva emprega gabinetes de crise das áreas de tecnologia da informação, comunicação social, jurídica e alta administração, que apresentam soluções para os eventos cibernéticos com impacto nas organizações. As discussões nos gabinetes de crise demandam ações nos níveis decisório/gerencial (gestão de crise) e técnico (resposta ao incidente).

 

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